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Presencial, online ou híbrido: como escolher o formato da interpretação do seu evento
Três perguntas simples para definir o formato certo de tradução simultânea, e o que cada escolha muda em estrutura, logística e risco.
Os três formatos usam a mesma equipe de intérpretes e a mesma preparação. O que muda é a estrutura técnica, a logística e o tipo de público. Três perguntas resolvem a maioria dos casos.
1. O público estará todo no mesmo lugar?
Sim: presencial. Cabine com isolamento acústico, console, receptores com fone e técnico em sala. É o formato de congressos, feiras, cerimônias e treinamentos. O principal risco está na infraestrutura do local — por isso vale enviar fotos do espaço ou agendar uma visita.
2. Ninguém precisa estar no mesmo lugar?
Sim: online (RSI). Intérpretes trabalham de estúdio e o participante escolhe o canal de idioma dentro do Zoom, Teams, Webex ou Meet. Sem deslocamento de equipe, prazo mais curto para viabilizar. O risco migra para a conexão de internet dos dois lados.
3. Haverá plateia física e participantes remotos ao mesmo tempo?
Sim: híbrido. A estrutura presencial é integrada ao canal remoto, sincronizados para que quem está na sala e quem está em casa recebam a tradução no mesmo instante. O risco está no sincronismo entre os dois canais, e o escopo soma variáveis dos dois formatos.
E se forem várias sessões no mesmo salão?
Isso não é um formato de RSI: é palestra silenciosa, transmissão multicanal por fone, sem cabine, com ou sem interpretação.
Posso mudar depois?
Sim, com antecedência. A mudança afeta equipamento, logística e, no híbrido, a configuração da plataforma, então o escopo e o orçamento são ajustados.
Veja a tabela comparativa completa em presencial, online ou híbrido.
Próximo passo
Envie a data, o idioma e o número de participantes
Com essas três informações a STIB já monta o escopo. Orçamento fechado em até 24 horas, sem custo e sem compromisso.